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O mito do “conteúdo viral”: por que preferimos o contágio sustentável
Sejamos honestos: “se tornar viral” é a alta do marketing digital. É chamativo. Ele atinge picos. Isso faz com que todos da sua equipe atualizem o painel de análise a cada 15 minutos, como viciados. Mas, como todos os altos níveis de açúcar, ele cai. Difícil.
Nos venderam o mito de que viralidade é o ápice do sucesso do conteúdo—o ganso dourado do alcance, das impressões e da “exposição”. Mas aqui está a reviravolta sobre a qual ninguém fala nas conferências: a viralidade é uma estratégia terrível de longo prazo.
Vamos desvendar esse mito e, mais importante, falar sobre o que realmente move a agulha—contágio sustentável.
Ato I: O culto ao espigão
O termo “conteúdo viral” parece sexy. Está associado ao crescimento meteórico, à fama e à irresistível dopamina quando sua marca aparece por 36 horas no X (antigo Twitter) antes de desaparecer no esquecimento digital.
Mas pense na última peça viral que você viu. Qual marca estava por trás disso? Você consegue se lembrar da mensagem? O produto? Ou apenas o truque?
Exatamente.
A maioria dos conteúdos virais é maravilha de um único sucesso em um aterro de conteúdo. O tipo de coisa que os profissionais de marketing mostram nos pitch decks, não porque vendeu alguma coisa, mas porque os fez parecer inteligentes.
Na realidade, os picos virais raramente se alinham com os KPIs reais. Sem retenção. Sem lealdade. Sem crescimento de receita. Apenas um momento fugaz de atenção que muitas vezes serve mais à vaidade do que ao valor.
“A viralidade não é uma estratégia de conteúdo. É um bilhete de loteria disfarçado de plano de marketing.”
Ato II: Contágio com um propósito
Agora vamos falar sobre o que realmente constrói marcas a longo prazo: contágio sustentável.
Essa é a ideia de que o conteúdo pode ser projetado para se espalhar, não explodir. Que o valor incorporado em sua mensagem obrigue as pessoas a compartilhá-la não porque seja chocante ou enigmática, mas porque é útil, identificável ou faz com que pareçam inteligentes.
É o queima lenta que aquece salas inteiras. Não é o foguete que pisca e desaparece.
O contágio sustentável envolve:
- Repetição com relevância.
- Compartilhabilidade sem sensacionalismo.
- Estratégias de distribuição que respeitam a psicologia do seu público.
Estamos falando sobre criar ecossistemas de conteúdo, não acrobacias de conteúdo.
E aqui está onde agências que entendem a mentalidade latino-americana tenha um superpoder. Nossas culturas não recompensam o flash de curto prazo tanto quanto recompensam histórias que evoluem, se conectam e permanecem. Isso é lealdade idiossincrática—e é o solo perfeito para o contágio sustentável.
“O conteúdo não foi feito para ser gritado. É para ser sussurrado no ouvido certo, pela pessoa certa, na hora certa.”
Ato III: Como o contágio sustentável vence
Vamos resolver isso.
Você é um profissional de marketing tentando conquistar um público fragmentado e bilíngue no mercado hispânico dos EUA. Você pode contratar uma agência para criar um TikTok que possa (talvez) se tornar viral. Ou você pode trabalhar com uma agência que entende como o conteúdo se move por meio de redes de confiança.
Como comadres no WhatsApp.
Como tios que compartilham vídeos do Facebook com seu grupo familiar todas as manhãs.
Como a geração Z, que manda seus memes por DM porque “isso é você”.
Isso é contágio sustentável em ação. Construído por meio de:
- Em andamento Mídia social contar histórias
- Culturalmente consciente Mídia paga
- Precisão Análise que aprendem o que se espalha (e o que não se espalha)
- Relatável Campanhas criativas que parecem piadas internas, não slogans de marca
Porque quando você ganhar uma ação em vez de perseguindo uma partilha, você cria uma comunidade real.
E vamos encarar isso—comunidade é a nova moeda em marketing.
Fechando o ciclo: deixe a viralidade morrer
Olha, não estamos dizendo que momentos virais não têm valor. Se isso acontecer, ótimo. Use os holofotes. Só não construa sua casa de marketing sobre uma base viral, porque ela entrará em colapso sob seu próprio peso.
Em vez disso, crie seu conteúdo como se estivesse criando um movimento, não um momento.
E se você quiser ajuda para fazer isso, trabalhe com pessoas que realmente entendam as nuances de cultura, idioma e relevância. Agências como a nossa, que não vendem vaidade. Nós projetamos valor que se espalha. “Não persiga a explosão. Crie o eco.”