Os espaços onde as pessoas se expressam, compartilham e constroem identidade não são vitrines — são ecossistemas culturais, onde a linguagem, os códigos e a dinâmica são importantes.
Aqui, os fãs não se limitam a observar — eles participam. Eles constroem. Eles se tornam partes ativas dos universos que amam. É por isso que, quando uma marca realmente toca esse acorde emocional, com respeito e autenticidade, ela não apenas ganha visibilidade; ela conquista lealdade. E quando algo realmente se conecta aqui, isso se torna uma conversa. Tendência. Ritual
A entrada não é com um logotipo gigante, mas com gestos que falam sua língua, respeitam seus códigos e agregam valor real aos seus rituais. É sobre colaborar, não colonizar. Encontrar uma forma de a marca contribuir sem roubar os holofotes, de se conectar sem fingir pertencer. Trata-se de aprimorar um fandom que já está construído, não de tentar liderá-lo
Hoje, marcas sem grandes orçamentos para influenciadores estão descobrindo o poder dos microinfluenciadores — criadores de conteúdo com públicos menores, mas altamente engajados. Os microinfluenciadores tendem a gerar um engajamento significativamente maior do que os perfis em grande escala. Estudos recentes mostram que microinfluenciadores (normalmente entre 1.000 e 100.000 seguidores) podem atingir taxas médias de engajamento próximas a 7%. Isso representa até 60% mais engajamento do que influenciadores maiores, graças à confiança e à proximidade que eles mantêm com o público. Uma campanha bem executada com um perfil de 100 mil seguidores pode gerar melhores resultados do que um investimento de um milhão de dólares focado no alcance sem uma conexão genuína.
Em países como Perú, México, Guatemala e Equador, as marcas estão conquistando a confiança do público apostando em conteúdo autêntico e vozes reais. Em uma época em que o público ignora os anúncios tradicionais e busca relacionamentos honestos com as marcas, os microinfluenciadores estão reescrevendo o livro de regras de marketing. As marcas que entendem essa mudança estão alcançando o que muitos consideram o “santo graal” digital: permanecer relevantes, converter sem ser insistente e construir uma comunidade por meio da proximidade.
Em um cenário saturado de anúncios e mensagens, os microinfluenciadores se tornaram as vozes mais confiáveis e identificáveis. Com comunidades que variam de 1.000 a pouco mais de 100.000 seguidores, eles alcançam um equilíbrio poderoso: alcance suficiente para criar impacto e uma conexão profunda e autêntica com seus seguidores.
Ao contrário das celebridades de renome, seu conteúdo não parece um anúncio pago, mas sim uma recomendação genuína. Eles são especialistas no assunto, conversam com seus seguidores e compartilham experiências vividas, fazendo com que suas postagens pareçam conselhos confiáveis de um amigo. A parceria com microinfluenciadores permite que as marcas se integrem naturalmente à vida das pessoas, de dentro das comunidades, com conteúdo que inspira confiança, afinidade e relacionabilidade.
Agora, vamos ver como essa fórmula já está produzindo resultados reais em países como Perú, México, Equador e Guatemala.
O conteúdo que realmente funciona é do tipo que parece real: não filtrado, improvisado e nascido de momentos cotidianos com os quais o público pode se identificar. Marcas que entendem isso criaram campanhas memoráveis adotando o simples, mas poderoso.
Veja criadores como Christydinatali, Chocochifle.show e Alisson.gonzaleezz, que usam humor irônico e um estilo pessoal inconfundível para oferecer perspectivas nítidas e simples. Sem grandes orçamentos de produção, eles responderam de forma autêntica e pessoal a campanhas como “Los chanchos vuelan” do Burger King, em que a marca lançou seu novo sanduíche Bondiola King por meio de entrega por drone. O resultado: comentários reais e alto engajamento. Sem celebridades, apenas microinfluenciadores compartilhando seu amor por carne de porco e grelhados.
Outro caso de destaque foi a campanha “Temporada de Inverno” da Tottus. Em vez de modelos tradicionais, a marca escolheu microinfluenciadores para mostrar sua nova linha de roupas. O conteúdo parecia tão real e acessível que se tornou viral organicamente, gerando uma onda de vídeos gerados por usuários exibindo orgulhosamente suas roupas. O impacto foi além do engajamento — ele se traduziu em vendas.
Na verdade, no primeiro trimestre de 2025, uma plataforma de marketing de influenciadores conectou 716 microinfluenciadores a várias marcas, gerando mais de 342 milhões de impressões, 34 milhões de curtidas e 459.000 compartilhamentos. Marcas como Tottus, BCP e Kotex obtiveram ganhos notáveis em visibilidade, tráfego e conversão digital graças a essas colaborações.
Visão principal: No Perú, a autenticidade gera uma conexão real. Quando as marcas adotam conteúdo não filtrado e trabalham com microinfluenciadores, elas não alcançam apenas as pessoas — elas conquistam sua confiança. O que é cotidiano, espontâneo e genuíno permanece por mais tempo na mente e no coração das pessoas. Porque aqui, o que é produzido pode chamar a atenção, mas o que é real desperta emoção. E essa emoção é o que converte.
O conteúdo que realmente ressoa combina relacionabilidade, humor e profundo pertencimento cultural. E se há algo que cativa o público latino-americano, é uma anedota bem contada: aquelas histórias cotidianas que não parecem conteúdo de marca, mas, nas mãos certas, incorporam produtos perfeitamente sem se sentirem forçadas.
Um exemplo de destaque é Carlos Zacu, um microinfluenciador em ascensão que conquistou milhares com sua narrativa crua e bem-humorada. Ele se baseia em experiências pessoais, momentos difíceis e anedotas relacionáveis. Ele não tem medo de rir de si mesmo ou emocionar seu público com verdades vulneráveis. Graças à sua autenticidade, marcas como CeraVe, Garnier
México, Dove Men e LaLiga confiaram nele para alcançar novos públicos. Seu trabalho não é apenas conteúdo — é uma comunidade construída a partir do coração.
Em eventos recentes, como a Copa América e o Grammy Latino de 2024, a TelevisaUnivision ativou 16 influenciadores — a maioria microinfluenciadores — para campanhas que alcançaram 41,6 milhões de visualizações de vídeo e 3 milhões de interações, gerando um ROI estimado de 4 para 1 e um custo médio de apenas $0,0045 por visualização.
Visão principal: No México, contar histórias emocionantes enraizadas na identidade e no humor locais é a ponte mais forte entre a marca e o público. Não se trata apenas de contar uma história — trata-se de contá-la como um amigo faria: com cordialidade, inteligência e honestidade. Quando o conteúdo parece familiar e faz parte da vida diária, a conexão não é apenas estabelecida — ela se torna inesquecível. Microinfluenciadores, eles não alcançam apenas pessoas, mas conquistam sua confiança. O que é cotidiano, espontâneo e genuíno permanece por mais tempo na mente e no coração das pessoas. Porque aqui, o que é produzido pode chamar a atenção, mas o que é real desperta emoção. E essa emoção é o que converte.
Na Guatemala, encontramos uma comunidade diversificada de microinfluenciadores que se destacam por seu conteúdo autêntico e identificável, com raízes locais profundas.
O que realmente conecta aqui é o que parece real, de receitas tradicionais caseiras a histórias honestas de empreendedorismo, contadas sem filtros ou enfeites.
Os microcriadores guatemaltecos entendem que o verdadeiro valor está em mostrar a vida como ela é — e é isso que torna seu impacto tão poderoso. Um excelente exemplo é Pao Sánchez, que conquistou uma sólida audiência latino-americana graças ao seu estilo de vida genuíno e espontâneo. É exatamente esse conteúdo da vida real, baseado em rotinas diárias, tom identificável e experiência vivida, que atraiu marcas como Banco Cuscatlán, Remington, Pandora e Warner Bros, que reconhecem sua capacidade de transformar produtos naturalmente em conteúdo que realmente ressoa.
Outra história de sucesso local envolveu uma marca de bebidas orgânicas que entrou na Guatemala, El Salvador e Costa Rica por meio de mais de 150 microcriadores, gerando mais de 350 postagens não pagas no Instagram e garantindo espaço nas prateleiras e giro de produtos sem publicidade paga.
Visão principal: Na Guatemala, a autenticidade não é uma estratégia, é uma forma de contar a vida. O conteúdo que ressoa não tenta impressionar, mas sim conectar. E quando uma história parece honesta, ela se torna uma conversa.
No Equador, os microinfluenciadores descobriram uma verdade fundamental: insights locais valem ouro. Os momentos em que todos vivemos, mas poucos sabem narrar, são os que criam uma conexão real.
Em um país tão diverso, o conteúdo que permanece é do tipo que mistura autenticidade, humor e vida cotidiana. Esses criadores não precisam de grandes produções. Com um telefone e muita verdade, eles nos fazem rir, refletir e compartilhar. Eles usam a linguagem das ruas, da família e da vizinhança para contar histórias que todos reconhecem.
Um ótimo exemplo é Josh Paredes, um microinfluenciador em ascensão que construiu uma comunidade forte usando roteiros curtos e cenários cotidianos equatorianos e latino-americanos. Graças a essa abordagem orgânica e identificável, marcas como KFC, DFSK (automotiva), Etafashion (varejo) e Supermercados Akí agora confiam em seu conteúdo para se conectar de forma autêntica.
Visão principal: no Equador, o conteúdo mais impactante é aquele que parece ter sido feito por “um de nós”. Quanto mais real, mais forte é o vínculo, porque aqui a confiança não é conquistada com o valor da produção, mas com a verdade.
No Equador, microinfluenciadores com 5.000 a 20.000 seguidores têm uma média de 1,28% de engajamento no Instagram, enquanto aqueles com 1.000 a 5.000 podem alcançar cerca de 3,5%. Quanto menor o público, maior a taxa de interação, provando mais uma vez que a autenticidade supera a escala.
Comece observando e ouvindo: identifique aqueles que já estão falando sobre sua marca organicamente e analise que tipo de conteúdo realmente se conecta com suas comunidades. Não se trata de números grandes, mas de fortes afinidades. Em seguida, defina os valores, as emoções e as mensagens que você deseja transmitir e faça parcerias com microinfluenciadores que reflitam essa mesma essência.
O segredo é construir relacionamentos genuínos, não impor roteiros. Seja claro sobre seus objetivos, mas deixe espaço para que o criador traga sua voz, estilo e autenticidade. Pense neles como parceiros criativos, não apenas canais de publicidade. E, acima de tudo, amplie seu conteúdo em suas plataformas. Isso lhes dá visibilidade, fortalece o vínculo e mostra à sua comunidade que eles são parte ativa da história da sua marca.
Lembre-se: 44% dos profissionais de marketing já preferem trabalhar com microinfluenciadores por causa de seu alto engajamento e eficiência de custos.
A América Latina não é apenas um mercado — é uma comunidade diversificada, apaixonada e motivada por conexões. Aqui, os microinfluenciadores não são apenas mensageiros — eles fazem parte da vizinhança, fazem parte da conversa diária.
Sua autenticidade, relacionabilidade e poder de recomendação os tornam aliados essenciais para marcas que buscam ir além da publicidade tradicional. Na verdade, um estudo da Nielsen descobriu que 92% dos consumidores confiam nas recomendações de indivíduos mais do que nas próprias marcas.
Na Positive Agency, entendemos que cada país tem seus próprios códigos, idiomas e referências culturais. É por isso que não oferecemos uma fórmula única para todos — trazemos a sensibilidade cultural necessária para realmente nos conectarmos.
Se você está pronto para falar com públicos reais por meio de vozes autênticas, estamos prontos para criar isso com você. Vamos dar vida a essa história.
Bueeee, pessoal! Então, como foi a Primeira Copa do Mundo de Clubes? Bem, foi o melhor possível, especialmente para a criação de conteúdo na América Latina.
Como é possível que um torneio ao qual ninguém prestou atenção no início tenha se tornado um dos eventos mais assistidos do mundo e uma plataforma fundamental para a criação de conteúdo na região?
Para descobrir, mergulharemos nos memes, nas transmissões, nos vídeos e em tudo o que essa conversa global de alto impacto deixou para trás — e descobriremos os insights que mostram como os esportes e os negócios digitais andam de mãos dadas.
Para começar a entender o impacto que essa Copa do Mundo de Clubes teve no ecossistema digital, precisamos dar uma olhada na DAZN — a emissora que apostou em uma estratégia digital inovadora que revolucionou a forma como o torneio foi consumido na América Latina.
A plataforma transmitiu todas as partidas ao vivo gratuitamente, rompendo com o modelo tradicional de pay-per-view. Essa jogada ousada não apenas facilitou o acompanhamento da competição por milhões de fãs, mas também removeu as barreiras de acesso.
Foi exatamente essa cobertura que desencadeou o que poderia ser considerado o primeiro grande tópico de conversa do torneio.
Uma história que rapidamente se transformou em uma fonte de memes, vídeos e engajamento em tempo real. Vamos observar como uma conversa pode ser capitalizada nas mídias sociais.
No meio da partida entre Porto e Fluminense, Lola e Marc começaram a trocar opiniões sobre o jogo — algumas das quais pareciam um pouco fora de contexto. Os elogios mútuos que trocaram ao vivo foram a faísca que desencadeou uma divertida conversa online, com muitos alegando que havia um flerte acontecendo entre o comentarista argentino e o ex-jogador de futebol hispano-mexicano.
A onda de memes, tweets, vídeos e reações se tornou uma oportunidade imbatível para o DAZN e para os próprios comentaristas, que aproveitaram a onda de popularidade para apresentar uma imagem mais identificável e amigável às mídias sociais durante as transmissões.
Tradução:
Um sucesso total em termos de audiência de DAZN e de conteúdo viral — uma brilhante jogada em tempo real de Lola e Marc e uma resposta elegante para aqueles que acreditam que o futebol só deve ser consumido por meio de análises sérias e análises táticas.
Se há uma coisa em que nós latinos somos ótimos, é descobrir o lado engraçado de tudo — e saber como lidar com isso, especialmente nas mídias sociais.
Além dos comentaristas oficiais, influenciadores e criadores de conteúdo da América Latina tiveram um papel de liderança na amplificação da experiência da Copa do Mundo de Clubes no ecossistema digital.
Se há uma coisa em que nós latinos somos ótimos, é descobrir o lado engraçado de tudo — e saber como lidar com isso, especialmente nas mídias sociais.
Por exemplo, o streamer argentino Davoo Xeneize, conhecido por sua paixão pelo Boca Juniors (xeneize), organizou festas de observação, reações ao vivo e análises de partidas em seus canais no Kick, YouTube e outras plataformas. Com mais de 2 milhões de inscritos no YouTube, Davio atraiu dezenas de milhares de fãs para assistir às partidas ao vivo com ele.
Gols, comemorações, comentaristas ou memes — também havia criadores especializados que viam o esporte de um ângulo diferente, mais alinhado aos negócios.
Um exemplo claro disso é o canal do YouTube “El Negocio del Fútbol”, que se concentrou em analisar o impacto econômico da próxima edição da Copa do Mundo de Clubes.
Outros criadores, como “A Cobra , ” Charlie Carrillo , e os Danigoals se tornaram amplificadores de tudo o que acontece durante o torneio, desde os resultados das partidas e classificações dos jogadores até as previsões para cada nova rodada. Foi uma prova absoluta do poder de atração que o futebol tem na América Latina e da grande variedade de formatos de conteúdo que ele inspira, desde humor e análises econômicas até conteúdo de estilo de vida.
Muitas marcas esportivas aproveitaram seu alcance — por exemplo, a Adidas Argentina e a Amstel patrocinaram conteúdo com Lola del Carril devido à sua crescente popularidade, enquanto outros patrocinadores convidaram streamers para criar conteúdo durante o torneio.
Essa colaboração entre marcas e criadores impulsionou a distribuição de conteúdo nas mídias sociais, transformando notícias e momentos do Mundial de Clubes em tópicos virais que se espalharam por todos os cantos da internet na América Latina.
No final das contas, a conversa digital do torneio não era mais dominada apenas pelas contas oficiais da FIFA ou pela mídia tradicional — ela foi co-criada por uma grande comunidade de contadores de histórias digitais que trouxeram a paixão pelo futebol para o Twitter, TikTok, Instagram, YouTube e Kick simultaneamente.
Todo esse panorama nos mostra que a América Latina é um dos maiores, mais apaixonados e mais comprometidos mercados de futebol do mundo. O caso do DAZN deixou claro:
Quando conteúdo relevante e acessível é oferecido, o público latino responde massivamente, criando memes, demonstrando apreço e impulsionando a viralidade. Com um idioma compartilhado e um rápido crescimento em todas as plataformas, o que começa em um país pode se tornar viral em toda a região.
Mais de 9,2 milhões de pessoas assistiram à transmissão em espanhol somente nos EUA. 2,49 milhões assistiram a partidas em estádios nos EUA; Brasil, Argentina e México lideraram a compra de ingressos estrangeiros. E muitas tendências globais começam aqui. Investir na América Latina significa ganhar alcance, fidelidade e uma cultura que transforma conteúdo em comunidade.
A pegada digital da Copa do Mundo de Clubes de 2025 na América Latina mostra como essa região transforma momentos fugazes em narrativas duradouras, muito além do apito final. Adotar essa mentalidade permite que as marcas se conectem de forma mais autêntica com o público latino-americano e garantam que sua mensagem ressoe por muito tempo após o término do evento.
Está ficando cada vez mais difícil surpreender alguém com o que vemos nas redes sociais. Felizmente, ainda existem técnicas que quebram os moldes — como a colagem.
Seja estática, animada ou misturada com objetos físicos, a mídia de colagem e mixagem está renascendo nas plataformas sociais impulsionadas pela Geração Z.
Estamos falando de um estilo visual de contar histórias que combina ilustração, material de arquivo, objetos da vida real e animação, transformando-se em pequenos filmes conhecidos como colagens de vídeo, intervenções analógicas em um mundo digitalizado ou uma combinação de vários elementos que chamam a atenção e se destacam em um feed saturado.
Vamos examinar mais de perto o impacto de uma técnica que antes parecia reservada para editoriais ou arte contemporânea — e agora está pronta para ser usada no conteúdo da marca.
Estamos vendo cada vez mais campanhas que parecem ter surgido da mesma mensagem, o que pode ser uma curva normal no processo de adaptação da indústria criativa à IA. (Lembra quando houve uma época em que todas as marcas publicavam basicamente as mesmas coisas nas redes sociais?).
Em meio a esse debate, a colagem surge como uma alternativa. Com sua natureza imperfeita, ele traz de volta o toque humano, os detalhes artesanais e a beleza do caos.
Cada peça é única, não replicável. E nesses tempos de saturação digital, parece uma lufada de ar fresco.
A América Latina não é exceção ao crescente interesse por técnicas alternativas. Cada vez mais criadores estão levando o recorte, a colagem e a digitalização muito a sério, não apenas como um hobby, mas como uma nova linguagem visual.
Aqui estão alguns dos nomes que vale a pena seguir:
Você consegue imaginar uma campanha em que o produto não flutua sobre um fundo branco, mas se torna parte de uma cena artesanal, construída com papel, linhas e recortes que entram e saem da moldura? Ou uma bobina em que, em vez de gráficos em movimento genéricos, há uma pequena história feita à mão?
Esse tipo de conteúdo pode:
Conecte-se com o público cansado de “mais do mesmo”.
Uma coisa que adoramos nessa técnica é que ela força uma etapa anterior que faz toda a diferença: a analógica. E isso é fundamental. Antes de qualquer coisa ser renderizada, os criadores brincam com papel, tecido, revistas, argila de modelar e tesouras. Esse processo físico dá à peça um tipo de alma que o digital simplesmente não consegue replicar.
Na Positive, podemos ajudá-lo a:
De acordo com isso Artigo do LinkedIn, nos próximos anos, haverá uma tendência crescente de valorizar o conteúdo feito pelo homem em detrimento da produção artificial.
Não se trata de cortar e colar só por causa disso. Trata-se de contar histórias de forma diferente. Porque em um mundo em que tudo começa a parecer igual, ousar juntar as coisas de uma nova maneira pode ser exatamente o que sua marca precisa.