Growth hacking em espanhol: quando o jargão técnico não ultrapassa fronteiras.

October 1, 2023

Let’s start in Miami. A startup founder—let’s call him Chad—is pitching his edtech app to a room full of Colombian parents. His deck is filled with words like “CAC,” “LTV optimization,” “scaling loops,” and “viral coefficient.” He ends his speech with: “And that’s how we hacked our way to 100K users!”

The room stares back at him like he just recited the periodic table in Klingon. One of the parents timidly raises a hand and asks: “¿Pero qué significa hackear usuarios?”

Spoiler: the pitch tanked.
Spoiler #2: this happens more than you think.

Jargon doesn’t travel well. Especially when you’re crossing cultural borders, not just linguistic ones.

“We’re not translating. We’re transplanting.”

That’s a phrase we use often in Latin American marketing strategy. Because when a U.S. brand thinks all it takes to scale in Spanish-speaking markets is to hire a translator or copy-paste their tactics into a Canva template with salsa music… things go wrong. Fast.

Growth hacking isn’t just about A/B tests and onboarding funnels. It’s about contextual velocity.


And if the context isn’t right—your growth will rot before it ripens.

Let’s break this down with an example you’ll love (or hate, depending on where your budget went):

A DTC brand selling smart fitness gear tried running Facebook ads in Mexico with copy like:
“Reach your KPIs. Bio-optimize your day. Hack your routine.”

And here’s what the audience read:


“Suena bonito, pero ¿qué mier... están diciendo?”

Engagement was dead. Comments were mostly emoji laughs and confused reactions. The campaign tanked.

Why? Because nobody in Guadalajara, Bogotá or Lima is thinking about 'bio-optimization' when doing sit-ups. They’re thinking about not getting yelled at by their trainer or about how they’ll explain to mamá that they bought another gadget instead of paying off their credit card.

Growth needs cultural nuance. Not cultural negligence.

Let’s make one thing clear: the Latino market doesn’t need you to “dumb down” your brand.
They just need you to understand what they value.
If your growth strategy assumes that everyone thinks like a Bay Area product manager… you’ll miss the point (and the profit).

Here’s what actually drives conversion in Latin America:

  • Trust, not just tech.

  • Social proof from people like me, not influencers from Silicon Valley.

  • Relatability over automation.

  • Emotion-first, data-second. (Yes, we love dashboards—but we cry at commercials too.)


You can be the most technical, optimized, AI-powered startup in the world, but if you say “retargeting funnel” to someone whose idea of marketing is still tied to la feria del barrio, you’re not landing. You’re floating.

From Growth Hack to Culture Crack

So, what’s the fix? Should we erase every metric-driven tactic from the playbook?
No. But we do need to reframe.

Growth hacking in Spanish isn't just translation. It's reinvention.


It’s asking:

  • Would this campaign go viral in Cartagena without paid media?

  • Would a Cuban abuela understand the value prop?

  • Would a Mexican Gen Z repost this if it didn’t have a celebrity?


You start winning when your brand stops acting like a tourist and starts acting like a local disruptor.

The Latin American Growth Formula (aka: what your agency should actually be doing)

Want growth? Start here:

1. Local slang isn’t optional.


If your CTA says “optimize your flow,” you're out. If it says “pon tu rutina en modo bestia,” you're in. (Yes, even for SaaS.)

2. Humor beats data—until trust is built.


Remember: many Latin American consumers have been burned by shiny foreign tech. They won’t be impressed by charts until they like you.

3. Your metrics need a human face.


We don’t just want to hear “+78% user retention.” We want to meet Lucía, a 37-year-old mom in Quito who’s using your app to help her kids study. Tell us about her.

4. Let the emotion lead the funnel.


Start with storytelling. Then plug in the tracking pixels. Not the other way around.

So… should you go it alone?

You could.

You could keep running Google Ads in Spanish that sound like Google Translate and crossing your fingers for CAC to drop.

Or…
You could partner with an agency that’s been in the trenches—testing, launching, and scaling brands that actually stick in Latin America.

Because when you treat the Latino market like a “segment,” you lose. When you treat it like a culture, you win.

And here’s the thing: we don’t just get the language. We get the rhythm. The timing. The emotion. That’s what drives sustainable growth south of the border. So next time you're thinking of hacking growth in Spanish, maybe start by unlearning English.

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Growth hacking em espanhol: quando o jargão técnico não ultrapassa fronteiras.

October 1, 2023
Estávamos andando por Lima recentemente e paramos em frente a um anúncio no Shopping Center Arenales. Para quem não conhece, é o maior epicentro da cultura otaku, gamer e geek do Perú, popular entre os amantes de anime, mangá, videogames, Kpop e da cultura asiática em geral. Lá, vimos um anúncio do Inca Kola — não sobre comida desta vez, mas sobre cosplay, mangá, videogames, cultura pop — apresentando fãs como nós não como consumidores, mas como protagonistas. E foi aí que percebemos: marcas que entendem o poder do fandom na América Latina não se limitam a vender... elas se tornam parte de algo muito maior.
Estávamos andando por Lima recentemente e paramos em frente a um anúncio no Shopping Center Arenales. Para quem não conhece, é o maior epicentro da cultura otaku, gamer e geek do Perú, popular entre os amantes de anime, mangá, videogames, Kpop e da cultura asiática em geral. Lá, vimos um anúncio do Inca Kola — não sobre comida desta vez, mas sobre cosplay, mangá, videogames, cultura pop — apresentando fãs como nós não como consumidores, mas como protagonistas. E foi aí que percebemos: marcas que entendem o poder do fandom na América Latina não se limitam a vender... elas se tornam parte de algo muito maior.

O que as marcas têm a ver com tudo isso?

Cada vez mais, as marcas entendem que não basta conversar com as pessoas; é preciso se conectar com o que elas amam. É aí que entra o fandom. Hoje, marcas como Inca Kola, Pilsen Callao, Coca-Cola e muitas outras estão encontrando maneiras autênticas de mergulhar nesses mundos
  • Inca Kola deixou uma marca indelével na Arenales ao se conectar diretamente com as comunidades otaku e de jogadores. Por meio de campanhas visuais com anime, videogames e cultura local, a marca renovou sua grande ideia — “da gusto con todo” — de se conectar com as novas gerações sem perder sua essência. Tudo começou com ativações estratégicas ao lado de um influenciador do público Z, adaptando sua mensagem principal para um novo público.
 Inca Kola foi além dos anúncios: tornou-se um símbolo de integração cultural, aparecendo em cartões colecionáveis, ilustrações em estilo mangá e ativações em shoppings, entrando naturalmente no mundo dos fãs. A marca aprendeu que “entusiasmo” não é apenas um sabor; é uma emoção compartilhada vivenciada no skate, no cosplay, na dança urbana — tudo o que impulsiona essa comunidade
  • Pilsen Callao, uma das cervejas mais populares do Perú, encontrou seu lugar no mundo dos jogos ao se alinhar com seu valor fundamental: a amizade. Em vez de apenas patrocinar eventos, ela criou experiências celebrando jogos entre amigos. Ele apareceu nos eventos do Gamer Day, apoiando as comunidades do Dota, um dos jogos mais populares da região.
 Seu compromisso foi além: fazer parcerias com desenvolvedores e tecnologia de IA para criar soluções inclusivas para que todos, independentemente da habilidade, possam desfrutar de jogos. Para eles, a verdadeira vitória é garantir que ninguém fique de fora e que toda amizade, sem exceção, tenha um lugar nesse universo.
  • Coca-Cola sabe como conectar o poder do fandom com seu sabor atemporal. No Perú, o universo Marvel bate nos corações de mais de 1,3 milhão de fãs. De quadrinhos a colecionáveis e maratonas de filmes, a comunidade peruana da Marvel é enorme e apaixonada. A Coca-Cola reconheceu isso e, antes da maior estreia de 2024 — Deadpool & Wolverine — lançou uma edição especial em parceria com a Marvel. Latas e garrafas com temas de super-heróis chegam às lojas, supermercados e cinemas em todo o país, despertando o espírito colecionador em milhares de peruanos.
 Quando uma marca entende o que excita seu público, ela deixa de fazer parte de sua vida diária e se torna parte de seu mundo. A Coca-Cola não apenas refrescou os fãs, ela fez com que eles se sentissem vistos. E em um país onde a Marvel é quase como uma religião, isso vale mais do que mil batalhas épicas.

O que as marcas têm a ver com tudo isso?

Hoje, a diferença entre uma marca que simplesmente aparece e uma que realmente se conecta está em entender o terreno em que pisa. Estar presente não é suficiente — você precisa saber como estar presente. Não se trata de se intrometer; trata-se de integrar

Os espaços onde as pessoas se expressam, compartilham e constroem identidade não são vitrines — são ecossistemas culturais, onde a linguagem, os códigos e a dinâmica são importantes.

Onde ser estranho é perceptível e ser genuíno é valorizado. É por isso que o desafio não é causar impacto, é pertencer. Fazer parte do contexto, não forçar a entrar. Fazer com que a marca soe como uma voz familiar, não apenas mais uma mensagem.

A chave não é disfarçar; é encontrar pontos reais de conexão — lugares onde o que a marca representa se alinha organicamente com a forma como as pessoas pensam, sentem e o que elas precisam. Porque quando uma marca se sente como sua, ela não é apenas bem-vinda, ela é defendida, compartilhada e celebrada

Por que o fandom é tão importante na América Latina?

Na América Latina, a paixão não é indiferente. O que amamos é celebrado em voz alta, compartilhado em comunidade e defendido com o coração. Ser fã não é apenas uma escolha pessoal, é uma identidade coletiva. É pintar seu rosto, memorizar falas, chorar no final, lutar por um personagem, formar grupos no WhatsApp, passar horas criando teorias ou memes

Aqui, os fãs não se limitam a observar — eles participam. Eles constroem. Eles se tornam partes ativas dos universos que amam. É por isso que, quando uma marca realmente toca esse acorde emocional, com respeito e autenticidade, ela não apenas ganha visibilidade; ela conquista lealdade. E quando algo realmente se conecta aqui, isso se torna uma conversa. Tendência. Ritual

O poder do fandom na América Latina não está apenas em seu tamanho, mas em sua intensidade. E essa intensidade — bem entendida — pode transformar fãs de um programa, de uma equipe ou de um artista em fãs da marca corajosos o suficiente para ficar ao lado deles. Porque no Perú, quando uma marca entra no coração de um fã, ela não conquista apenas um consumidor, mas também um aliado. Um embaixador. Um amplificador onde ser estranho é perceptível e ser genuíno é valorizado. É por isso que o desafio não é causar impacto, é pertencer. Fazer parte do contexto, não forçar a entrar. Fazer com que a marca soe como uma voz familiar, não apenas mais uma mensagem.
Primeiro, entenda que o fandom não é comprado ou forçado — ele é conquistado com humildade, escuta ativa e participação autêntica. Se uma marca quiser atingir esse nível, ela deve parar de ver o público como meros receptores e começar a vê-lo como comunidades vivas, apaixonadas e exigentes

A entrada não é com um logotipo gigante, mas com gestos que falam sua língua, respeitam seus códigos e agregam valor real aos seus rituais. É sobre colaborar, não colonizar. Encontrar uma forma de a marca contribuir sem roubar os holofotes, de se conectar sem fingir pertencer. Trata-se de aprimorar um fandom que já está construído, não de tentar liderá-lo

Acima de tudo, é preciso paciência, porque no mundo do fandom, a confiança é construída em ações pequenas, mas significativas, e perdida em um único movimento oportunista. Se a marca passar nesse teste, o que se segue não é apenas engajamento, é amor. E o amor dos fãs, especialmente na América Latina, é do tipo que se torna cultura.

Por que o mercado latino é tão poderoso e como podemos ajudar as marcas a entrar nele?


Na Positive Agency, acreditamos que a única coisa realmente poderosa é aquela que resiste ao teste do tempo — e o mercado latino é o palco ideal para criar esse tipo de história: profunda, emocional, compartilhada e vivenciada com uma intensidade que poucas regiões conseguem igualar. Não se trata de perseguir a última tendência; trata-se de entender o que realmente move as pessoas, de contar histórias que tocam a alma hoje, amanhã e daqui a dez anos.
Isso é conteúdo atemporal, e esse é o nosso norte. Ajudamos as marcas a encontrar aquela verdade emocional que não envelhece, aquela mensagem inesquecível, aquela história que se torna parte de uma comunidade, uma geração, uma cultura. Se sua marca quiser entrar nesse mercado com impacto real, não basta ser relevante — ela precisa ser memorável. E sabemos como fazer isso acontecer.
Porque na América Latina, quando algo realmente se conecta, não fica em uma pasta — está no coração. E esse é o melhor lugar que uma marca pode estar.
Se você quiser aprender como realmente causar um impacto no mercado latino-americano e construir o tipo de conexão que mostramos nesses exemplos, siga-nos nas redes sociais e continue lendo nosso blog. E se você estiver pronto para que sua marca ou empresa dê esse salto, estamos aqui para ajudá-lo a fazer isso acontecer. Entre em contato conosco — vamos começar essa jornada juntos.
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Microinfluenciadores:
A fórmula secreta que é
Revolucionando o marketing
na América Latina
01/07/25

Por que microinfluenciadores?

Você não precisa de um milhão de seguidores para se conectar com um milhão de pessoas.

Hoje, marcas sem grandes orçamentos para influenciadores estão descobrindo o poder dos microinfluenciadores — criadores de conteúdo com públicos menores, mas altamente engajados. Os microinfluenciadores tendem a gerar um engajamento significativamente maior do que os perfis em grande escala. Estudos recentes mostram que microinfluenciadores (normalmente entre 1.000 e 100.000 seguidores) podem atingir taxas médias de engajamento próximas a 7%. Isso representa até 60% mais engajamento do que influenciadores maiores, graças à confiança e à proximidade que eles mantêm com o público. Uma campanha bem executada com um perfil de 100 mil seguidores pode gerar melhores resultados do que um investimento de um milhão de dólares focado no alcance sem uma conexão genuína.

Em países como Perú, México, Guatemala e Equador, as marcas estão conquistando a confiança do público apostando em conteúdo autêntico e vozes reais. Em uma época em que o público ignora os anúncios tradicionais e busca relacionamentos honestos com as marcas, os microinfluenciadores estão reescrevendo o livro de regras de marketing. As marcas que entendem essa mudança estão alcançando o que muitos consideram o “santo graal” digital: permanecer relevantes, converter sem ser insistente e construir uma comunidade por meio da proximidade.

Em um cenário saturado de anúncios e mensagens, os microinfluenciadores se tornaram as vozes mais confiáveis e identificáveis. Com comunidades que variam de 1.000 a pouco mais de 100.000 seguidores, eles alcançam um equilíbrio poderoso: alcance suficiente para criar impacto e uma conexão profunda e autêntica com seus seguidores.

Ao contrário das celebridades de renome, seu conteúdo não parece um anúncio pago, mas sim uma recomendação genuína. Eles são especialistas no assunto, conversam com seus seguidores e compartilham experiências vividas, fazendo com que suas postagens pareçam conselhos confiáveis de um amigo. A parceria com microinfluenciadores permite que as marcas se integrem naturalmente à vida das pessoas, de dentro das comunidades, com conteúdo que inspira confiança, afinidade e relacionabilidade.

Agora, vamos ver como essa fórmula já está produzindo resultados reais em países como Perú, México, Equador e Guatemala.

Perú:
Relacionabilidade e credibilidade na vida cotidiana
No Perú, os microinfluenciadores provaram que a autenticidade supera a perfeição.

O conteúdo que realmente funciona é do tipo que parece real: não filtrado, improvisado e nascido de momentos cotidianos com os quais o público pode se identificar. Marcas que entendem isso criaram campanhas memoráveis adotando o simples, mas poderoso.

Veja criadores como Christydinatali, Chocochifle.show e Alisson.gonzaleezz, que usam humor irônico e um estilo pessoal inconfundível para oferecer perspectivas nítidas e simples. Sem grandes orçamentos de produção, eles responderam de forma autêntica e pessoal a campanhas como “Los chanchos vuelan” do Burger King, em que a marca lançou seu novo sanduíche Bondiola King por meio de entrega por drone. O resultado: comentários reais e alto engajamento. Sem celebridades, apenas microinfluenciadores compartilhando seu amor por carne de porco e grelhados.

Outro caso de destaque foi a campanha “Temporada de Inverno” da Tottus. Em vez de modelos tradicionais, a marca escolheu microinfluenciadores para mostrar sua nova linha de roupas. O conteúdo parecia tão real e acessível que se tornou viral organicamente, gerando uma onda de vídeos gerados por usuários exibindo orgulhosamente suas roupas. O impacto foi além do engajamento — ele se traduziu em vendas.

Na verdade, no primeiro trimestre de 2025, uma plataforma de marketing de influenciadores conectou 716 microinfluenciadores a várias marcas, gerando mais de 342 milhões de impressões, 34 milhões de curtidas e 459.000 compartilhamentos. Marcas como Tottus, BCP e Kotex obtiveram ganhos notáveis em visibilidade, tráfego e conversão digital graças a essas colaborações.

Visão principal: No Perú, a autenticidade gera uma conexão real. Quando as marcas adotam conteúdo não filtrado e trabalham com microinfluenciadores, elas não alcançam apenas as pessoas — elas conquistam sua confiança. O que é cotidiano, espontâneo e genuíno permanece por mais tempo na mente e no coração das pessoas. Porque aqui, o que é produzido pode chamar a atenção, mas o que é real desperta emoção. E essa emoção é o que converte.

México:
Contar histórias com
Coração e um sentido
de pertencer
No México, notamos um padrão claro entre microinfluenciadores bem-sucedidos: eles sabem como contar histórias emocionantes.

O conteúdo que realmente ressoa combina relacionabilidade, humor e profundo pertencimento cultural. E se há algo que cativa o público latino-americano, é uma anedota bem contada: aquelas histórias cotidianas que não parecem conteúdo de marca, mas, nas mãos certas, incorporam produtos perfeitamente sem se sentirem forçadas.

Um exemplo de destaque é Carlos Zacu, um microinfluenciador em ascensão que conquistou milhares com sua narrativa crua e bem-humorada. Ele se baseia em experiências pessoais, momentos difíceis e anedotas relacionáveis. Ele não tem medo de rir de si mesmo ou emocionar seu público com verdades vulneráveis. Graças à sua autenticidade, marcas como CeraVe, Garnier
México, Dove Men e LaLiga confiaram nele para alcançar novos públicos. Seu trabalho não é apenas conteúdo — é uma comunidade construída a partir do coração.

Em eventos recentes, como a Copa América e o Grammy Latino de 2024, a TelevisaUnivision ativou 16 influenciadores — a maioria microinfluenciadores — para campanhas que alcançaram 41,6 milhões de visualizações de vídeo e 3 milhões de interações, gerando um ROI estimado de 4 para 1 e um custo médio de apenas $0,0045 por visualização.

Visão principal: No México, contar histórias emocionantes enraizadas na identidade e no humor locais é a ponte mais forte entre a marca e o público. Não se trata apenas de contar uma história — trata-se de contá-la como um amigo faria: com cordialidade, inteligência e honestidade. Quando o conteúdo parece familiar e faz parte da vida diária, a conexão não é apenas estabelecida — ela se torna inesquecível. Microinfluenciadores, eles não alcançam apenas pessoas, mas conquistam sua confiança. O que é cotidiano, espontâneo e genuíno permanece por mais tempo na mente e no coração das pessoas. Porque aqui, o que é produzido pode chamar a atenção, mas o que é real desperta emoção. E essa emoção é o que converte.

Guatemala:
Cultura local e conexão genuína

Na Guatemala, encontramos uma comunidade diversificada de microinfluenciadores que se destacam por seu conteúdo autêntico e identificável, com raízes locais profundas.

O que realmente conecta aqui é o que parece real, de receitas tradicionais caseiras a histórias honestas de empreendedorismo, contadas sem filtros ou enfeites.

Os microcriadores guatemaltecos entendem que o verdadeiro valor está em mostrar a vida como ela é — e é isso que torna seu impacto tão poderoso. Um excelente exemplo é Pao Sánchez, que conquistou uma sólida audiência latino-americana graças ao seu estilo de vida genuíno e espontâneo. É exatamente esse conteúdo da vida real, baseado em rotinas diárias, tom identificável e experiência vivida, que atraiu marcas como Banco Cuscatlán, Remington, Pandora e Warner Bros, que reconhecem sua capacidade de transformar produtos naturalmente em conteúdo que realmente ressoa.

Outra história de sucesso local envolveu uma marca de bebidas orgânicas que entrou na Guatemala, El Salvador e Costa Rica por meio de mais de 150 microcriadores, gerando mais de 350 postagens não pagas no Instagram e garantindo espaço nas prateleiras e giro de produtos sem publicidade paga.

Visão principal: Na Guatemala, a autenticidade não é uma estratégia, é uma forma de contar a vida. O conteúdo que ressoa não tenta impressionar, mas sim conectar. E quando uma história parece honesta, ela se torna uma conversa.

Equador:
Humor cotidiano e orgulho local

No Equador, os microinfluenciadores descobriram uma verdade fundamental: insights locais valem ouro. Os momentos em que todos vivemos, mas poucos sabem narrar, são os que criam uma conexão real.

Em um país tão diverso, o conteúdo que permanece é do tipo que mistura autenticidade, humor e vida cotidiana. Esses criadores não precisam de grandes produções. Com um telefone e muita verdade, eles nos fazem rir, refletir e compartilhar. Eles usam a linguagem das ruas, da família e da vizinhança para contar histórias que todos reconhecem.

Um ótimo exemplo é Josh Paredes, um microinfluenciador em ascensão que construiu uma comunidade forte usando roteiros curtos e cenários cotidianos equatorianos e latino-americanos. Graças a essa abordagem orgânica e identificável, marcas como KFC, DFSK (automotiva), Etafashion (varejo) e Supermercados Akí agora confiam em seu conteúdo para se conectar de forma autêntica.

Visão principal: no Equador, o conteúdo mais impactante é aquele que parece ter sido feito por “um de nós”. Quanto mais real, mais forte é o vínculo, porque aqui a confiança não é conquistada com o valor da produção, mas com a verdade.

No Equador, microinfluenciadores com 5.000 a 20.000 seguidores têm uma média de 1,28% de engajamento no Instagram, enquanto aqueles com 1.000 a 5.000 podem alcançar cerca de 3,5%. Quanto menor o público, maior a taxa de interação, provando mais uma vez que a autenticidade supera a escala.

Pensando em
Colaborando com
Microinfluenciadores?

Comece observando e ouvindo: identifique aqueles que já estão falando sobre sua marca organicamente e analise que tipo de conteúdo realmente se conecta com suas comunidades. Não se trata de números grandes, mas de fortes afinidades. Em seguida, defina os valores, as emoções e as mensagens que você deseja transmitir e faça parcerias com microinfluenciadores que reflitam essa mesma essência.

O segredo é construir relacionamentos genuínos, não impor roteiros. Seja claro sobre seus objetivos, mas deixe espaço para que o criador traga sua voz, estilo e autenticidade. Pense neles como parceiros criativos, não apenas canais de publicidade. E, acima de tudo, amplie seu conteúdo em suas plataformas. Isso lhes dá visibilidade, fortalece o vínculo e mostra à sua comunidade que eles são parte ativa da história da sua marca.

Lembre-se: 44% dos profissionais de marketing já preferem trabalhar com microinfluenciadores por causa de seu alto engajamento e eficiência de custos.

Por que a América Latina é
o terreno ideal
para Microinfluencer
Marcas motivadas

A América Latina não é apenas um mercado — é uma comunidade diversificada, apaixonada e motivada por conexões. Aqui, os microinfluenciadores não são apenas mensageiros — eles fazem parte da vizinhança, fazem parte da conversa diária.

Sua autenticidade, relacionabilidade e poder de recomendação os tornam aliados essenciais para marcas que buscam ir além da publicidade tradicional. Na verdade, um estudo da Nielsen descobriu que 92% dos consumidores confiam nas recomendações de indivíduos mais do que nas próprias marcas.

Na Positive Agency, entendemos que cada país tem seus próprios códigos, idiomas e referências culturais. É por isso que não oferecemos uma fórmula única para todos — trazemos a sensibilidade cultural necessária para realmente nos conectarmos.

Se você está pronto para falar com públicos reais por meio de vozes autênticas, estamos prontos para criar isso com você. Vamos dar vida a essa história.

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A LATAM se intensificou
grande momento para a Primeira Copa do Mundo de Clubes.
A LATAM se destacou muito para a Primeira Copa do Mundo de Clubes.
October 1, 2023

Bueeee, pessoal! Então, como foi a Primeira Copa do Mundo de Clubes? Bem, foi o melhor possível, especialmente para a criação de conteúdo na América Latina.

Como é possível que um torneio ao qual ninguém prestou atenção no início tenha se tornado um dos eventos mais assistidos do mundo e uma plataforma fundamental para a criação de conteúdo na região?

Para descobrir, mergulharemos nos memes, nas transmissões, nos vídeos e em tudo o que essa conversa global de alto impacto deixou para trás — e descobriremos os insights que mostram como os esportes e os negócios digitais andam de mãos dadas.

Felicidades à estratégia digital da DAZN.

Para começar a entender o impacto que essa Copa do Mundo de Clubes teve no ecossistema digital, precisamos dar uma olhada na DAZN — a emissora que apostou em uma estratégia digital inovadora que revolucionou a forma como o torneio foi consumido na América Latina.

A plataforma transmitiu todas as partidas ao vivo gratuitamente, rompendo com o modelo tradicional de pay-per-view. Essa jogada ousada não apenas facilitou o acompanhamento da competição por milhões de fãs, mas também removeu as barreiras de acesso.

Foi exatamente essa cobertura que desencadeou o que poderia ser considerado o primeiro grande tópico de conversa do torneio.

Uma história que rapidamente se transformou em uma fonte de memes, vídeos e engajamento em tempo real. Vamos observar como uma conversa pode ser capitalizada nas mídias sociais.

Lola del Carril e Marc Crosas: que dupla, mamita querida.

No meio da partida entre Porto e Fluminense, Lola e Marc começaram a trocar opiniões sobre o jogo — algumas das quais pareciam um pouco fora de contexto. Os elogios mútuos que trocaram ao vivo foram a faísca que desencadeou uma divertida conversa online, com muitos alegando que havia um flerte acontecendo entre o comentarista argentino e o ex-jogador de futebol hispano-mexicano.

A onda de memes, tweets, vídeos e reações se tornou uma oportunidade imbatível para o DAZN e para os próprios comentaristas, que aproveitaram a onda de popularidade para apresentar uma imagem mais identificável e amigável às mídias sociais durante as transmissões.

Tradução:


Um sucesso total em termos de audiência de DAZN e de conteúdo viral — uma brilhante jogada em tempo real de Lola e Marc e uma resposta elegante para aqueles que acreditam que o futebol só deve ser consumido por meio de análises sérias e análises táticas.

Se há uma coisa em que nós latinos somos ótimos, é descobrir o lado engraçado de tudo — e saber como lidar com isso, especialmente nas mídias sociais.

“Mãe, quando eu crescer, quero ser como os criadores de conteúdo na América Latina”

Além dos comentaristas oficiais, influenciadores e criadores de conteúdo da América Latina tiveram um papel de liderança na amplificação da experiência da Copa do Mundo de Clubes no ecossistema digital.

Se há uma coisa em que nós latinos somos ótimos, é descobrir o lado engraçado de tudo — e saber como lidar com isso, especialmente nas mídias sociais.

Por exemplo, o streamer argentino Davoo Xeneize, conhecido por sua paixão pelo Boca Juniors (xeneize), organizou festas de observação, reações ao vivo e análises de partidas em seus canais no Kick, YouTube e outras plataformas. Com mais de 2 milhões de inscritos no YouTube, Davio atraiu dezenas de milhares de fãs para assistir às partidas ao vivo com ele.

Gols, comemorações, comentaristas ou memes — também havia criadores especializados que viam o esporte de um ângulo diferente, mais alinhado aos negócios.

Um exemplo claro disso é o canal do YouTube “El Negocio del Fútbol”, que se concentrou em analisar o impacto econômico da próxima edição da Copa do Mundo de Clubes.

Outros criadores, como “A Cobra , ” Charlie Carrillo , e os Danigoals se tornaram amplificadores de tudo o que acontece durante o torneio, desde os resultados das partidas e classificações dos jogadores até as previsões para cada nova rodada. Foi uma prova absoluta do poder de atração que o futebol tem na América Latina e da grande variedade de formatos de conteúdo que ele inspira, desde humor e análises econômicas até conteúdo de estilo de vida.



Você viu o que as marcas e os criadores fizeram?

Muitas marcas esportivas aproveitaram seu alcance — por exemplo, a Adidas Argentina e a Amstel patrocinaram conteúdo com Lola del Carril devido à sua crescente popularidade, enquanto outros patrocinadores convidaram streamers para criar conteúdo durante o torneio.

Essa colaboração entre marcas e criadores impulsionou a distribuição de conteúdo nas mídias sociais, transformando notícias e momentos do Mundial de Clubes em tópicos virais que se espalharam por todos os cantos da internet na América Latina.

No final das contas, a conversa digital do torneio não era mais dominada apenas pelas contas oficiais da FIFA ou pela mídia tradicional — ela foi co-criada por uma grande comunidade de contadores de histórias digitais que trouxeram a paixão pelo futebol para o Twitter, TikTok, Instagram, YouTube e Kick simultaneamente.

Mergulhe no mercado de esportes digitais na América Latina

Todo esse panorama nos mostra que a América Latina é um dos maiores, mais apaixonados e mais comprometidos mercados de futebol do mundo. O caso do DAZN deixou claro:

Quando conteúdo relevante e acessível é oferecido, o público latino responde massivamente, criando memes, demonstrando apreço e impulsionando a viralidade. Com um idioma compartilhado e um rápido crescimento em todas as plataformas, o que começa em um país pode se tornar viral em toda a região.

Mais de 9,2 milhões de pessoas assistiram à transmissão em espanhol somente nos EUA. 2,49 milhões assistiram a partidas em estádios nos EUA; Brasil, Argentina e México lideraram a compra de ingressos estrangeiros. E muitas tendências globais começam aqui.
 Investir na América Latina significa ganhar alcance, fidelidade e uma cultura que transforma conteúdo em comunidade.

A pegada digital da Copa do Mundo de Clubes de 2025 na América Latina mostra como essa região transforma momentos fugazes em narrativas duradouras, muito além do apito final. Adotar essa mentalidade permite que as marcas se conectem de forma mais autêntica com o público latino-americano e garantam que sua mensagem ressoe por muito tempo após o término do evento.

Growth hacking em espanhol: quando o jargão técnico não ultrapassa fronteiras.

October 1, 2023

Está ficando cada vez mais difícil surpreender alguém com o que vemos nas redes sociais. Felizmente, ainda existem técnicas que quebram os moldes — como a colagem.

Seja estática, animada ou misturada com objetos físicos, a mídia de colagem e mixagem está renascendo nas plataformas sociais impulsionadas pela Geração Z.

Estamos falando de um estilo visual de contar histórias que combina ilustração, material de arquivo, objetos da vida real e animação, transformando-se em pequenos filmes conhecidos como colagens de vídeo, intervenções analógicas em um mundo digitalizado ou uma combinação de vários elementos que chamam a atenção e se destacam em um feed saturado.

Vamos examinar mais de perto o impacto de uma técnica que antes parecia reservada para editoriais ou arte contemporânea — e agora está pronta para ser usada no conteúdo da marca.

A Mix Media é uma resposta à IA?

Estamos vendo cada vez mais campanhas que parecem ter surgido da mesma mensagem, o que pode ser uma curva normal no processo de adaptação da indústria criativa à IA. (Lembra quando houve uma época em que todas as marcas publicavam basicamente as mesmas coisas nas redes sociais?).

Em meio a esse debate, a colagem surge como uma alternativa. Com sua natureza imperfeita, ele traz de volta o toque humano, os detalhes artesanais e a beleza do caos.

Cada peça é única, não replicável. E nesses tempos de saturação digital, parece uma lufada de ar fresco.

A América Latina não é exceção ao crescente interesse por técnicas alternativas. Cada vez mais criadores estão levando o recorte, a colagem e a digitalização muito a sério, não apenas como um hobby, mas como uma nova linguagem visual.

Aqui estão alguns dos nomes que vale a pena seguir:

Criadores da América Latina que estão matando seriamente

  • Cortaypega: Artista colombiano que cria colagens editoriais e colabora com marcas. Seu estilo é poético, rico em símbolos e narrativas suaves.
  • Vero Calderón (@elvlogdetrin): Escritor e artista peruano. Ela colaborou com a Buscalibros, mostrando que conteúdo mais íntimo também pode fazer parte de uma campanha.
  • Kamiru: Este artista peruano tem uma estética no estilo de videoclipe que chama a atenção. Ela criou uma colagem de vídeo para a Reebok com um ritmo de edição muito atraente.
  • Colagem Val: Artista venezuelana que ensina a criar colagens, compartilha recursos e tem mais de 40.000 seguidores em suas plataformas.
  • Mara Oceano: Colagista mexicana que ilustrou para grandes veículos como o The New York Times — um exemplo claro de como essa técnica pode alcançar a mídia global.
@maraocejo

Así es como hice los títulos iniciales y la música para Penitencia Podcast. @Penitencia_mx #openingcredits #titlesequence #introsequence #stopmotionanimation #animation #aftereffects #photoshop #sounddesign #openingsequence #animacion #titlecard

♬ original sound - Mara Ocejo
  • Magu Villar: Colagista argentino que combina ilustração, colagem e narrativa para mídias sociais.
@maguvillar Tutorial DIY para hacer tu propia animación mix-media 🚀 El amor es total así que les armé el tutorial en tiempo récord: ¡ya quiero ver sus animaciones mix-media con creaciones analógicas! ❤️‍🔥 Cuéntenme qué les pareció, compártanlo y expandan ganas de crear con este proyecto y las leo en comentarios 🫀 Siempre #CreáMásArte ♬ Cherry - Jordan Susanto

Essa técnica “grudaria” na minha marca?

Você consegue imaginar uma campanha em que o produto não flutua sobre um fundo branco, mas se torna parte de uma cena artesanal, construída com papel, linhas e recortes que entram e saem da moldura? Ou uma bobina em que, em vez de gráficos em movimento genéricos, há uma pequena história feita à mão?

Esse tipo de conteúdo pode:

  • Seja o herói do lançamento de um produto.

  • Trabalhe como ganchos de conteúdo para mídias sociais.

  • Destaque-se durante as campanhas sazonais (Natal, Dia dos Pais, etc.).


Conecte-se com o público cansado de “mais do mesmo”.

Uma coisa que adoramos nessa técnica é que ela força uma etapa anterior que faz toda a diferença: a analógica. E isso é fundamental. Antes de qualquer coisa ser renderizada, os criadores brincam com papel, tecido, revistas, argila de modelar e tesouras. Esse processo físico dá à peça um tipo de alma que o digital simplesmente não consegue replicar.

Então, como podemos construir isso juntos?


Na Positive, podemos ajudá-lo a:

  • Encontre e conecte-se com esses tipos de criadores.

  • Desenvolva ideias editoriais, de produtos ou de campanhas usando mídia mista.

  • Integre a colagem à sua estratégia de conteúdo.

  • Explore outras técnicas que podem aprimorar a identidade visual da sua marca.


De acordo com isso Artigo do LinkedIn, nos próximos anos, haverá uma tendência crescente de valorizar o conteúdo feito pelo homem em detrimento da produção artificial.

Não se trata de cortar e colar só por causa disso. Trata-se de contar histórias de forma diferente.
 Porque em um mundo em que tudo começa a parecer igual, ousar juntar as coisas de uma nova maneira pode ser exatamente o que sua marca precisa.